SERIA UM HOMEM MORTO
Para um sujeito que não possuía nem um centavo, contava outro os lances de um duelo de que acabava de participar, e finalizava dizendo:
– A bala do meu adversário se alojou num dobrão de ouro que eu carregava no bolsinho do colete.
– Que sorte! – exclamou o ouvinte – se fosse comigo, eu hoje estaria morto.